29 Fevereiro 2008

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“Os navios estão mais seguros no cais, mas eles foram feitos para navegar.”

Cláudia Burigatto

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27 Fevereiro 2008

"Maré, Nossa História de Amor"

Filme de Lúcia Murat.

Estréia: 04.abril.2008

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"É preciso fazer escândalo. É preciso romper."
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25 Fevereiro 2008


MARION COTILLARD: "La Môme"




Estou tão feliz por MARION COTILLARD ter recebido o Oscar de Melhor Atriz. Nada mais justo e merecido. Não que o Oscar seja o prêmio mais importante do cinema. Mas é o mais popular.

E também feliz por JAVIER BARDEM ter recebido o Oscar de Melhor Ator em papel coadjuvante, e o filme ´JUNO´ o Oscar de Melhor Roteiro Original.
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Como sono, mas feliz.
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22 Fevereiro 2008

Lista de Desejos: “LOUIS GARREL”









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Vencedores do Prêmio de Cinema "GUARANI"

"TROPA DE ELITE" É O GRANDE VENCEDOR DO XIII ´GUARANI´


Campeão de público alcança o recorde de "Cidade de Deus", conquistando nove prêmios


Após a conquista do Urso de Ouro de Melhor Filme no Festival de Berlim, o filme nacional mais visto em todo o Brasil no ano passado realizou outro feito impressionante. TROPA DE ELITE foi o grande vencedor do XIII Guarani – O Melhor do Cinema Nacional em 2007! O longa do diretor José Padilha foi vitorioso em nove categorias, igualando o recorde histórico de 2003, quando "Cidade de Deus", de Fernando Meirelles, também ganhou em nove Guaranis. "Cidade de Deus", no entanto, continua na primeira posição, porque teve, na ocasião, 13 indicações, enquanto que TROPA DE ELITE somou 11 indicações neste ano.

TROPA DE ELITE foi escolhido como Melhor Filme, Direção, Ator, para Wagner Moura, Ator Coadjuvante, para André Ramiro, Edição, Trilha Sonora, Som, Efeitos Especiais e Melhor Filme segundo o Júri Popular. Esta foi a primeira vitória de Wagner Moura numa categoria de atuação (e terceira indicação). Ele ganhou, em 2004, o Guarani de Revelação do Ano por seu desempenho em "Deus é Brasileiro". Esta foi a primeira indicação e a primeira vitória de André Ramiro. E esta foi a primeira vitória do diretor José Padilha, e sua segunda indicação (ele concorreu nesta mesma categoria em 2004 pelo documentário "Ônibus 174").

O segundo filme mais premiado deste ano foi O CHEIRO DO RALO, de Heitor Dhalia. Indicado em 9 categorias, o filme ganhou os Guaranis de Direção de Arte, Figurino e Maquiagem. Depois vem SANTIAGO, de João Moreira Salles, indicado em seis categorias e premiado em duas: Documentário e Roteiro Original. BAIXIO DAS BESTAS, de Cláudio Assis, com 5 indicações, ganhou 2 Guaranis: Fotografia e Atriz Coadjuvante, para Dira Paes. Esta é a segunda vitória de Dira – ela ganhou em 2006, por "2 Filhos de Francisco", também como Atriz Coadjuvante – e a quarta indicação dela.

Outro campeão de indicações neste ano, NÃO POR ACASO, lembrado em 9 categorias, ganhou o Guarani de Revelação do Ano, para o diretor Philippe Barcinski. Outros dois filmes conquistaram um Guarani: CÃO SEM DONO, de Beto Brant e Ricardo Ciasca, ganhou como Melhor Roteiro Adaptado, enquanto que SANEAMENTO BÁSICO, O FILME, de Jorge Furtado, foi escolhido como Melhor Atriz, para Fernanda Torres. Esta vitória é histórica: é o primeiro Guarani conquistado por Fernandinha, apesar de ser sua sexta indicação como Atriz Principal – ela concorreu também em 1996, 1998, 2000, 2001 e em 2006. Já o escolhido como Melhor Filme Estrangeiro de 2007 foi o francês PIAF – UM HINO AO AMOR, de Oliver Dahan. Apesar desta ser a sexta indicação da França ao Guarani, é a primeira vez que um filme deste país saiu vitorioso!

Confira abaixo a relação completa de premiados do XIII Guarani:

Melhor Filme: TROPA DE ELITE
Melhor Direção: JOSÉ PADILHA (TROPA DE ELITE)
Melhor Documentário: SANTIAGO
Melhor Ator: WAGNER MOURA (TROPA DE ELITE)
Melhor Atriz: FERNANDA TORRES (SANEAMENTO BÁSICO)
Melhor Ator Coadjuvante: ANDRÉ RAMIRO (TROPA DE ELITE)
Melhor Atriz Coadjuvante: DIRA PAES (BAIXIO DAS BESTAS)
Melhor Roteiro Original: SANTIAGO
Melhor Roteiro Adaptado: CÃO SEM DONO
Melhor Edição: TROPA DE ELITE
Melhor Fotografia: BAIXIO DAS BESTAS
Melhor Trilha Sonora: TROPA DE ELITE
Melhor Som: TROPA DE ELITE
Melhor Figurino: O CHEIRO DO RALO
Melhor Direção de Arte: O CHEIRO DO RALO
Melhor Maquiagem: O CHEIRO DO RALO
Melhor Efeitos Especiais: TROPA DE ELITE
Revelação do Ano: PHILIPPE BARCINSKI (NÃO POR ACASO)
Melhor Filme – Júri Popular: TROPA DE ELITE
Melhor Filme Estrangeiro: PIAF – UM HINO AO AMOR

Participaram da votação do XIII Guarani 35 críticos de cinema, jornalistas, cineastas e cinéfilos de todo o país. Este foi um número recorde de participantes, nunca antes alcançado em 13 anos de premiação. Os votantes foram: Robledo Milani (TVCOM), Liandro Lindner (jornalista), Daniel Garcez (cinéfilo), Pablo Villaça (Cinemaemcena.com.br), Adriana Androvandi (Correio do Povo), Matheus Bonez (SBT), Paulo Angelini (Argumento.net), Anelise Silveira (RBS TV), Tarcísio Puiati (cineasta), Mariana Laviaguerre (jornalista), Ricardo Matsumoto (Revista Set), Marcelo Janot (Telecine), Carol Thomé (cineasta), Francisco Russo (Adorocinema.com.br), Ticiano Osório (Zero Hora), Paulo Neto (crítico), Lucas Gonzaga (Argumento.net), Camila Vieira (Jornal O Povo), Glênio Povoas (roteirista e pesquisador), Chico Izidro (Carta Capilé), Enéas de Souza (crítico), Roberta Pinto (Rádio Gaúcha), Adriano de Oliveira (Cinerevista.com.br), Daniel Feix (Zero Hora), Jaquelina Chala (FM Cultura), Daniel Bacchieri (ator), Marcelo Perrone (Zero Hora), Gustavo Fogaça (cineasta), Marcos Petrucceli (Epipoca.com.br), Carlos Reichenbach (cineasta), Marcelo Mugnol (Jornal Pioneiro), Isabella Nicolas (jornalista), Jair Giacomini (cineasta), Fabian Ponzi (videodesigner) e Aurora Miranda (jornalista).

TROPA DE ELITE: Filme, Direção, Ator, Ator Coadjuvante, Edição, Som, Trilha Sonora, Efeitos Especiais, Filme – Júri Popular
O CHEIRO DO RALO: Figurino, Direção de Arte e Maquiagem
BAIXIO DAS BESTAS: Atriz Coadjuvante e Fotografia
SANTIAGO: Documentário e Roteiro Original
CÃO SEM DONO: Roteiro Adaptado
NÃO POR ACASO: Revelação do Ano
SANEAMENTO BÁSICO: Atriz
PIAF – UM HINO AO AMOR: Filme Estrangeiro

A lista completa de indicados está no endereço http://cineguarani.blogspot.com

Robledo Milani
robledo.milani@terra.com.br
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21 Fevereiro 2008

´Café com Leite´

Hoje vi o trailer de ´Café com Leite´ pela primeira vez, e fiquei emocionada... É LINDO. LINDO. LINDO.

Não consigo parar de assistir.

Daniel Tavares está encantador...



Confiram vocês mesmos no endereço abaixo, no link PROMO:

http://www.lacunafilmes.com.br/cafecomleite/


"Back At Your Door" - Maroon 5

Quando tocar essa música, por favor, me tire para dançar...

Aprendam a usar OS SEUS PODERES com este exemplo aqui:

Jovem é multado por ofender gay e chamá-lo de "veado"


CÍNTIA ACAYABA
da Agência Folha



Um jovem de 27 anos, de Pontal (351 km de São Paulo), foi multado em R$ 14.880 pela Secretaria da Justiça do Estado após chamar de "veado" um homem de 48 anos, homossexual declarado, em um posto de gasolina da cidade.

É a primeira vez que essa multa é aplicada desde a criação da lei estadual nº 10.948, de 2001, e da formação da comissão para julgar os casos de homofobia, em 2002.

A lei, de autoria do deputado Renato Simões (PT), estabelece penas às manifestações atentatórias ou discriminatórias contra homossexuais.

Até hoje houve apenas outras 81 denúncias à comissão-nenhuma delas acarretou multa, principalmente por alegada falta de provas.

De acordo com a decisão da comissão, de 15 de janeiro, Juliano da Silva, 27, técnico de laboratório, será obrigado a pagar mil UFESPs (Unidades Fiscais do Estado de São Paulo) porque atacou verbalmente e fisicamente o industrial e dono de uma metalúrgica, Justo Favaretto Neto, 48.

No dia 18 de novembro de 2006, Favaretto Neto foi abastecer seu carro no Auto Posto Pontal. Na loja de conveniência do posto, Silva bebia com cinco amigos. De acordo com o processo, o técnico dirigiu-se ao industrial com "gestos e sons afetados" e, depois, atirou uma lata de cerveja contra Favaretto Neto, deu um tapa em seu rosto e o chamou de "veado".

O industrial acionou a Polícia Militar, que presenciou Silva xingando-o de "veado".

Silva admite que chamou Favaretto Neto de "veado" e que atirou uma lata de cerveja contra ele, mas diz que ela não o atingiu. O técnico nega que tenha dado um tapa no rosto de Favaretto Neto.

A comissão considerou, por unanimidade, que houve "constrangimento de ordem moral, em razão da sua orientação sexual, na modalidade de vexame, humilhação, aborrecimento e desconforto".

A Procuradoria Geral do Estado é quem faz a cobrança da multa. O dinheiro vai para os cofres do Estado --caso a multa não seja paga, Silva ficará inscrito na "Dívida Ativa". Ele não pode mais recorrer da decisão na secretaria porque perdeu o prazo, mas ainda pode tentar revertê-la na Justiça.

Favaretto Neto também entrou com duas ações, uma por agressão e outra por danos morais, no Fórum de Pontal.

Na Justiça comum, ele conseguiu a vitória por agressão física, e Silva foi condenado a pagar um salário mínimo, destinado à Santa Casa de Pontal.

Segundo o presidente da comissão, Felipe Manubens, a multa foi aplicada porque foi um caso claro, "muito acintoso, inclusive com agressão física".

De acordo com Ricardo Yamasaki, vice-presidente da comissão, os denunciantes são, em sua maioria, pessoas físicas (76 casos). Há ainda ONGs e pessoas jurídicas (seis casos). Já os denunciados, em sua maioria, são pessoas jurídicas.

"Nem todos os 82 casos foram julgados, mas a maioria foi decidida pela improcedência", diz Yamasaki.
Além de multa, há outras sanções como advertência e suspensão da licença estadual de funcionamento por 30 dias (em casos de pessoas jurídicas).
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Do que se necessita para a felicidade?

Posto assim,
não muito:
dois seres,
uma garrafa de vinho,
queijo do país,
sal, pão,
um quarto,
uma janela e uma porta,
lá fora, que chova,
chuva de longos fios,
e claro, cigarros.
Mas, ainda assim, de muitas noites
apenas uma ou duas vezes resulta,
como os grandes poemas de grandes poetas.
O mais é preparatório,
ou epílogo,
dor de cabeça,
ou espasmo de riso,
não se pode, mas deve-se,
é demasiado, mas insuficiente.



Péter Kántor

(Trad.: João Luís Barreto Guimarães e Juan Carlos Mellidez)
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* do blog do chico de novo.
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20 Fevereiro 2008

É tão fácil ser poeta, e tão difícil ser um homem.

Charles Bukowski

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* do blog do chico.
do

"Contra Todos" - Trailer

Filme de Roberto Moreira, 2004, BRA.

19 Fevereiro 2008

Mobilizaçao p/ salvar 2 homossexuais iranianos condenados à morte

Pessoal,

Sei que mandei um pedido semelhante esses dias, mas minha indignação não tem limites. Esses dois jovens iranianos foram condenados à morte por serem homossexuais e, portanto, "inimigos de Alá". Não sei até que ponto adianta assinar esse tipo de petição, mas, na dúvida e diante da nossa impotência, não custa nada.


Mobilizaçao p/ salvar 2 homossexuais iranianos condenados à morte:

Continua a mobilização para salvar a vida de Hamzeh Chavi e Loghman Hamzehpour (18 e 19 anos) que foram condenados à morte no Iran por serem homosexuais.

Em poucos dias mais de 12.500 pessoas assinaram a petiçao.

www.petitiononline.com/irangay

Beijos, Rachel
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Segunda, 24 de setembro de 2007, 16h16
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Presidente do Irã diz que país "não tem gays"
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O presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, acusou Israel de ocupação e racismo nesta segunda-feira, durante visita a Nova York, onde vai participar da Assembléia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU). Questionado sobre os abusos sofridos por mulheres e homossexuais em seu país, Ahmadinejad afirmou: "nós não temos homossexuais no Irã e as mulheres têm liberdade".
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Fonte:
http://noticias.terra.com.br/mundo/interna/0,,OI1935030-EI294,00.html
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Com a colaboração de Maurício Alcântara.
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18 Fevereiro 2008

"Café com Leite" ganha o Urso de Cristal no Festival de Berlim

"Café com Leite" vence o Urso de Cristal, na competição Generation 14plus no Festival de Berlim!

Press release:

http://www.berlinale.de/en/presse/pressemitteilungen/alle/Alle-Detail_4343.html#4343

The Crystal Bear for the best short film goes to ´Café com Leite´ by Daniel Ribeiro (Brasil). This year’s best short film impressed us with its portrayal of a different kind of patchwork family, with its three likable characters who, despite their heavy loss, don’t lose their warm-heartedness.
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E entrou no ar o site do "Café com Leite"!:
http://www.lacunafilmes.com.br/cafecomleite/

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* Além de ´Tropa de Elite´ e ´Café com Leite´, a 58ª edição do Festival de Berlim premiou outros brasileiros: o curta-metragem ´´, de Felipe Sholl, também levou o prêmio na categoria temática infanto-juvenil e gay. E Sandra Kogut recebeu uma menção honrosa pelo seu longa-metragem ´Mutum´, inspirado em obra de João Guimarães Rosa.

E ainda ´Maré – Nossa História de Amor´, de Lúcia Murat, foi integrante da ´Mostra Panorama´. Lúcia afirmou que as apresentações foram fervorosas, assim como os debates que seguem as sessões. O filme está sendo negociado por uma empresa francesa, a ´Wide Management´, e já foi vendido na Ásia. Afirmando ser uma situação rara, ela contou ter sido procurada no final de uma das sessões por um distribuidor italiano interessado no filme.
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17 Fevereiro 2008

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Acabei de assistir ‘Ônibus 174’, do José Padilha.

Estou destruída. Destruída.
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16 Fevereiro 2008

"Tropa de Elite" conquista o Urso de Ouro de MELHOR FILME do Festival de Berlim

O filme "Tropa de Elite", de José Padilha, foi premiado neste sábado no Festival de Berlim com o Urso de Ouro de melhor filme, durante a cerimônia de encerramento da 58ª edição da Berlinale.

O documentário "Standard Operating Procedure", de Errol Morris, sobre as torturas a presos iraquianos em Abu Ghraib, ganhou o Urso de Prata.

O filme, o primeiro longa-metragem de ficção de Padilha, é inspirado no livro "Elite da Tropa", que narra cenas de violência e corrupção policial no Rio de Janeiro.

Ele concorria com vinte filmes, e a sua receptividade na crítica especializada durante o Festival foi bastante controversa. Gerou desde críticas --principalmente ao seu excesso de belicismo e tom fascista-- quando elogios --sendo até chamado de "o novo Cidade de Deus."

Na ocasião da exibição do filme em Berlim, Padilha disse acreditar que os críticos estrangeiros que atribuíram ao filme um caráter fascista foram influenciados por colegas brasileiros que reprovam "Tropa de Elite" desde a sua estréia no Brasil.

Sobre as resenhas publicadas, o diretor afirmou: "Uns nos acharam inteligentes, outros fascistas. Na verdade, não me preocupo com isso".

Quando falou da reação a "Tropa de Elite" no Brasil, o cineasta disse durante o Festival: "Temos uma polícia muito corrupta e muito violenta. A população odeia a polícia, com boas razões. Acho que parte do público tomou o filme como uma vingança contra a polícia, o que foi difícil, porque vingança não é um bom sentimento."

Ressaltando que "tudo o que está no filme, de fato, acontece", Padilha mencionou os traficantes brasileiros como violentos e cruéis. Para ele "já é hora de acabar com essas categorizações entre direita e esquerda, porque o que interessa é o que está acontecendo".


da Folha Online
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"DISTANTE"

Últimos dias!
16 e 17 de Fevereiro!

Texto: João Fábio Cabral
Direção: Rogério Harmitt
Com: Fabiana Carlucci e João Fábio Cabral
Sábado 21 horas
Domingo 19 horas
TEATRO X,
Rui Barbosa 399 - São Paulo-SP.
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15 Fevereiro 2008


foto: Elton Caldas
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I'm so tired of playing
Playing with this bow and arrow
Gonna give my heart away
Leave it to the other girls to play

For I've been a tempteress too long

Yes
Give me a reason to love you
Give me a reason to be... a woman
I just wanna be a woman

From this time unchained
We're all looking at a different picture
Through this new frame of mind
A thousand flowers could bloom
Move over and give us some room, yeah

Give me a reason to love you
Give me a reason to be... a woman
I just wanna be a woman

So don't you stop being a man
Just take a little look from outside when you can
Sow a little tenderness
No matter if you cry

Give me a reason to love you
Give me a reason to be... a woman
I just wanna be a woman
It's all I wanna be, it's all, a woman

For this is the beginning of forever and ever

It's time to move over
So I wanna be

I'm so tired of playing
Playing with this bow and arrow
Gonna give my heart away
Leave it to the other girls to play

For I've been a tempteress too long...



“Glory Box”
Portishead

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14 Fevereiro 2008

Berlinale

Desde 1951 acontece, anualmente, o Festival Internacional do Filme de Berlim. Depois do Festival de Cannes, a Berlinale é o segundo maior festival de cinema do mundo e a vitrine do cinema alemão. No centro de Berlim, ao redor da Potsdamer Platz, a arte, o glamour, as festas e os negócios encontram-se durante duas semanas. Cerca de 40 mil espectadores e 16.500 especialistas do ramo – atores, produtores, distribuidores, compradores, financiadores e jornalistas – participam todos os anos do evento. O ponto alto de cada Berlinale é a entrega dos prêmios oficiais, os Ursos, por um júri internacional. A esses prêmios concorrem filmes de todo o mundo, que fazem a sua estréia européia e internacional durante o festival. Paralelamente ao festival, a Berlinale apresenta um festival de filme infantil, um fórum do cinema alemão e um fórum internacional do cinema jovem.
E há ainda uma retrospectiva e uma homenagem dedicadas à obra de uma grande personalidade do mundo cinematográfico. A mostra engloba 350 filmes. A Federação arca com dois terços dos dez milhões de euros, custo total da Berlinale. O restante é coberto pela arrecadação de entradas e por patrocinadores. Desde 2003, são convidados anualmente 500 jovens talentos de todo o mundo a participar do Campus de Talentos da Berlinale, para trocar know how e idéias. O diretor da Berlinale é Dieter Kosslick.

http://www.berlinale.de/


fonte: http://www.tatsachen-ueber-deutschland.de/pt/cultura/indice/fundo/berlinale.html?type=1
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13 Fevereiro 2008

"Film Noir" e "Expressionismo Alemão"

Film Noir é um estilo de filme primariamente associado a filmes policiais, que retrata seus personagens principais num mundo cínico e antipático. O Film noir é derivado dos romances de suspense da época da Grande Depressão (muitos filmes noir foram adaptados de romances policiais do período), e do estilo visual dos filmes de terror da década de 1930. Os primeiros Films noirs apareceram no começo da década de 1940. Os "Noirs" foram historicamente filmados em preto-e-branco e eram caracterizados pelo alto contraste, com raízes na cinematografia característica do Expressionismo alemão.

O termo film noir (do francês, filme preto) foi atribuído pela primeira vez a um filme pelo crítico francês Nino Frank em 1946. O termo era desconhecido dos diretores e atores enquanto eles criavam os films noirs clássicos. A expressão foi definida posteriormente por historiadores do cinema e críticos. Muitos dos criadores de film noir revelaram mais tarde que não sabiam, naquela época, que haviam criado um tipo distinto de filme.


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O Expressionismo Alemão é uma vanguarda artística de forte crítica social que surgiu entre o final do século XIX e o começo do XX. A época foi marcada pelo desamparo e o medo da sociedade que passara, recentemente, pelo processo de unificação da alemanha, mas que ainda era deveras atrasada industrialmente. Não só ocorriam mudanças políticas e econômicas, mas também intelectuais e culturais: foram rompidas as crenças religiosas – principalmente a católica – e a existência de um Deus já não mais era incontestável, aumentando ainda mais os questionamentos a cerca dos mistérios da vida e da morte. O homem agora era responsável por si próprio e por seu futuro; a vida após a morte já não era certa. Foram tais incertezas que resultaram no medo, na angústia, na solidão, nos sentimentos mais sombrios que uma sociedade inteira poderia sentir.

A partir de todos esses fatores, intelectuais como Freud e Nietzsche começaram a estudar o consciente e inconsciente humano, bem como indagaram sobre a natureza humana em sua forma mais pura; Van Gogh e Gauguin - com sua expressividade teatral dos traços (muitas vezes sombrios) - foram as principais fontes de inspiração para a criação de um dos mais importantes movimentos artísticos do expressionismo alemão: A Ponte ou Die Brücke (1905). O nome foi escolhido com base numa passagem de “Assim falou Zarathustra” (Also sprach Zarathustra, 1885), de Nietzsche e possui uma intenção prática que é a de estabelecer uma passagem (ponte) entre a arte contemporânea e a arte do futuro, negando a arte alemã neo-romântica e criando um contato íntimo com a natureza e a realidade. Ao mesmo tempo, uma Alemanha recém-nascida industrializava-se rapidamente na tentativa de acompanhar os outros países da Europa; as primeiras criações do grupo (feitas em preto e branco) usavam uma técnica antiga, a xilogravura, e tal uso pode ser entendido como uma releitura de conceitos antigos e populares e como uma negação a tudo que fosse artificial e industrializado. Apesar de ter deixado de existir em 1913, o movimento ainda serviu de influência para um dos segmentos artísticos que teve maior avanço e destaque na época, o cinema alemão, que seguiu a sombriedade da vanguarda expressionista. Seu auge se deu com o consagrado filme “O Gabinete do Dr. Caligari” (, 1919) que possui uma forte crítica social na medida em que deforma a cidade e mostra o desamparo e a aflição da população. O filme enaltece uma das mais marcantes características do expressionismo alemão que são as linhas de perspectiva sempre em diagonais, causando uma sensação de desproporcionalidade e perda do equilíbrio (negando, assim, as usuais linhas verticais e horizontais). Outra grande característica do filme são as expressões faciais extremamente marcadas, que não só aproximam os personagens a um exagero teatral, como relacionam o cinema com as artes plásticas e retomam os ideais da Ponte. Ambas as características podem ser entendidas como metáforas criadas pelos artistas na busca de concretizar suas críticas sociais, sendo a primeira relacionada à conturbações políticas e sociais e a segunda relacionada aos sentimentos da sociedade em si.

Finalmente, pode-se concluir que o expressionismo alemão foi uma vanguarda de extrema importância na evolução da sociedade alemã. Não apenas porque mostrou de forma explícita a agonia, a angústia e a falta de esperança a que estava submetida, mas porque superou o comum com uma linguagem própria, permitindo a comunicação das emoções e a reflexão da imagem interna da sociedade alemã e pela qual se fez possível a recriação de valores.



fonte: Wikipédia
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Quero mais
Uma fatalidade um jazz.
Um raio me cortando, um gás
Me embriagando faz
Um terremoto em mim
Da guerra quero sim
Só aprender a paz

Para que eu não enlouqueça
Me rouba a razão
Para que eu não adoeça
Me mata de paixão
O amor é ópio, coração
Quero insana mais uma ilusão

Quero sim
Me travestir de querubim
Me enxovalhar num botequim
Numa alegria enfim
Me abandonar em mim
Delírio sem ter fim
Eterno tanto faz

Para que eu não enlouqueça
Me rouba a razão
Para que eu não adoeça
Me mata de paixão
O amor é ópio coração
Quero insana, mais uma ilusão




"Quero mais"
Angela Rô Rô
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12 Fevereiro 2008


Clérigos defendem condenação à morte de jornalista afegão

Amigos,

Uum estudante afegão foi condenado à morte por ter baixado em seu computador e distribuído a colegas e professores da faculdade um texto sobre como preceitos religiosos têm sido distorcidos para justificar o desrespeito aos direitos das mulheres no país.

O jornal The Independent está com uma petição on-line para que o governo britânico pressione as autoridades afegãs em defesa de Sayed Pervez Kambaksh. Ele tem 23 anos. É estudante de jornalismo.

Abaixo, mando uma matéria da Folha Online. Se você também for contra essa execução, por favor, assine a petição (basta dar nome, e-mail e país):

www.independent.co.uk/petition

Obrigada.

Rachel


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07/02/2008 - 13h31

Clérigos defendem condenação à morte de jornalista afegão

da Folha Online


Clérigos conservadores e anciãos islâmicos pediram nessa quinta-feira que o governo do Afeganistão não interfira na controversa condenação à morte de um jornalista acusado de insultar o islã ao distribuir panfletos que questionavam a poligamia.

Sayed Parwez Kaambakhsh, 23, recebeu a sentença em 22 de janeiro no Tribunal de Mazar-i-Sharif, no norte do Afeganistão. Ele é acusado de imprimir e distribuir panfletos a estudantes de jornalismo da Universidade de Balkh questionando por quê homens podem ter quatro mulheres, mas elas não podem ter múltiplos maridos. O jovem apelou da sentença.

Na quarta-feira, mais de cem líderes tribais e religiosos reuniram-se em Gardez, capital da conservadora Província de Paktia, para pedir que o governo apóie a sentença.

"Kaambakhsh ofendeu o povo afegão. Isso é contra os clérigos e o islã. Ele humilhou o islã", disse Khaliq Daad, chefe do conselho islâmico de Paktia.

O caso gerou protestos nas ruas de Cabul e a manifestação de diversas organizações internacionais de defesa da liberdade de expressão pedindo para que a sentença seja anulada e Kaambakhsh seja libertado.

Nessa quinta-feira, a secretária de estado dos EUA, Condoleezza Rice, deve se reunir com o Presidente afegão Hamid Karzai para manifestar apoio ao jovem e confirmar a a ação militar conjunta da Otan e dos EUA no país. Um porta-voz do governo disse nessa semana que Karzai lamenta a sentença de morte, mas não pretende interferir na decisão judicial.

A Comissão de Proteção aos Jornalistas reiterou um pedido a Karzai para que "transfira o caso para Cabul e apele que o jornalista seja inocentado".

A organização pela liberdade de imprensa Repórteres Sem Fronteiras (RSF) também apóia a transferência do caso para a capital afegã e que a sentença seja revogada.


Com Associated Press
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08 Fevereiro 2008

A Ilha

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Não existe mais quase ninguém na face da terra com quem você possa estabelecer um diálogo. Hoje só existem monólogos.
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07 Fevereiro 2008

"Atitude é Tudo" - para Paulo Neto

Caminho pelos camelôs que vendem comida perto do hotel. Início da noite, cansada, só quero levar algo para o quarto que me alimente e custe pouco. Tudo é feio. E parece sujo. O cheiro do ar não é bom. Tento me concentrar no cheiro da comida próxima e não pensar em muita coisa. Pela primeira vez, penso na possibilidade de comer uma daquelas coxas de frango assadas expostas ao ar livre. É só escolher. Há pessoas comendo em mesinhas ao lado das barracas e em balcões atrás delas. Pessoas sofridas acho, que parecem pobres e todas iguais. Um ambiente inóspito e quase hostil.

De repente, enquanto tento negociar com uma vendedora que não fala inglês, uma menina levanta de uma mesa e caminha em minha direção. Acho que levei um susto. Não vou conseguir descrever com palavras o que senti. Só vou tentar.

Ela: uma menina de uns quinze anos, deslumbrantemente linda, com cabelos tingidos cor de mel, lisos até a cintura. Muito amável e sorridente, veio me ajudar a conversar com a vendedora de coxas de frango. Um corpo longelíneo, que sua postura elegante tornava perfeito. Usava 'apenas': scarpins pretos, minissaia jeans, camisete branca, gloss e... cílios postiços! Com seu inglês fluente, me ajudou a escolher e pagar a coxa de frango assada exposta na barraca de... sua mãe.

Eu demorei alguns instantes para me recompor... E sorri ao descobrir que, onde menos esperava, eu havia encontrado o meu primeiro Ideal de Beleza Feminina. E era possível. E era real.

Maria Clara Spinelli
25.01.07 – 02h50
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"Vestido de Noiva"

VERSÃO DE "VESTIDO..." FOCA ALUCINAÇÃO

Diretor Rodolfo García Vázquez relega planos da realidade e da memória em montagem da peça de Nelson Rodrigues

Norma Bengell é atriz convidada do espetáculo, que enfatiza elementos audiovisuais e estréia amanhã em São Paulo


Historiador da obra de Nelson Rodrigues, o crítico Sábato Magaldi pode surpreender-se -para o bem ou para o mal, dirá depois- com a versão de "Vestido de Noiva" que a Companhia de Teatro Os Satyros apresenta a partir de amanhã, em São Paulo, com participação da convidada Norma Bengell.

A começar pela extinção das linhas limítrofes dos planos narrativos da memória, da realidade e da alucinação na trajetória da personagem Alaíde, a moça que é acusada de roubar o namorado da irmã, é atropelada e envolve-se com uma cafetina do início do século 20, para ficar por aqui.

O texto de Nelson Rodrigues (1912-80), segundo de sua lavra para teatro, apresenta uma profusão de cenas sobrepostas em tempos e espaços. Foi a partir da montagem dessa peça, em 1943, no Rio, que o polonês Zibgniew Ziembinski (1906-78) e o cenógrafo paraibano Tomás Santa Rosa ajudaram a demarcar a fase de modernidade no teatro brasileiro, conforme apontam historiadores como o próprio Magaldi.

Para assinar seu primeiro Nelson em palcos brasileiros -dirigiu o monólogo "Valsa Nº 6" em Lisboa, nos anos 1990-, o diretor Rodolfo García Vázquez quer concentrar "tudo na cabeça de Alaíde", com ênfase no plano da alucinação.

"Naquele período histórico [década de 1940], não se podia pensar o teatro como uma alucinação. O Nelson teve de dividir os planos muito claramente. O que a gente faz é trazer isso para hoje e relativizar o que é o real. Tudo depende de ponto de vista, de perspectiva."

Segundo o diretor d'Os Satyros, "Vestido de Noiva" é dos textos mais difíceis que montou, tantas e rápidas são as "quebras" de narrativas no meio do caminho. "É uma linguagem muito contemporânea, não sentimos necessidade de corte nos diálogos."

O que Ziembinski e Santa Rosa resolveram por meio da luz (eram mais de 130 efeitos 64 anos atrás), a equipe de Vázquez, que também desenha a luz, acresce o suporte em vídeo, ora com diálogos inteiros pré-gravados entre Alaíde (Cléo De Páris) e Madame Clessy (Bengell), ora com clipes.

Vázquez diz que procurou afastar-se "totalmente do elemento brasileiro, carioca" do universo rodriguiano, reconhecíveis na geografia suburbana ou na música. "O espetáculo está colocado num plano mais próximo do cinema de David Lynch", afirma, citando o cineasta norte-americano de "Império dos Sonhos".

No ensaio de terça-feira à tarde, essa pretendida atmosfera onírica era sugerida pela valorização audiovisual: imagens projetas num cenário revestido por tecidos brancos, como o imaculado véu da noiva, e a trilha etérea puxada por Björk.

Para Norma Bengell, Vázquez é "bastante transgressor" se comparado à versão "clássica" de Ziembinski, da qual ela fez parte na remontagem arqueológica de 1976, no mesmo papel de Clessy, em que o polonês seguiu à risca a sua concepção original. "O Nelson ia gostar dos recursos de multimídia e das roupas modernas, que na nossa época incluíam espartilho", afirma a atriz. "Naquela remontagem, ele ia toda noite ao teatro, no Rio de Janeiro, mas não costumava criticar."

Dizendo-se "bissexta" na arte do teatro, Bengell nunca fez outra peça do autor. Carrega a vantagem de que, hoje, diz enxergar mais maldade no subtexto da sua personagem mundana do que há 32 anos. Ela está ao lado de Ivam Cabral, Nora Toledo, Alberto Guzik, Silvanah Santos e outros intérpretes nessa produção realizada pelo Itaú Cultural, instituto que em 2007 abrigou leitura dramática da obra pelo grupo.

TRILHA TROCA SAMBA POR RADIOHEAD

A seleção de músicas do espetáculo "Vestido de Noiva", assinada pelo ator Ivam Cabral, parece querer fazer jus ao "teatro de trevas"que Nelson Rodrigues evoca nas rubricas da peça. São canções e vozes etéreas, a anos-luz dos sambas e boleros típicos dos subúrbios cariocas. Entre os intérpretes alternativos, e outros nem tanto, estão Marianne Faithfull, David Bowie, Björk, P.J. Harvey, Beth Gibbons e Radiohead.



"VESTIDO DE NOIVA"

Onde: Itaú Cultural - teatro (av. Paulista, 149; tel. 2168-1777)
Quando: estréia amanhã; serão dez apresentações, todos os dias, às 19h30; até 17/2
Quanto: entrada franca (ingressos distribuídos meia hora antes)



VALMIR SANTOS
Fonte: Folha de S.Paulo, 7 de fevereiro de 2008.
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04 Fevereiro 2008

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In the forest, is a monster
It has done terrible things
So in the wood, it's hiding
And this is the song it sings

Who will love me now?
Who will ever love me?
Who will say to me
"You are my desire, I set you free?"

(Who will love me now?)

Who will forgive and make me live again?
Who will bring me back to the world again?

In the forest, is a monster
And it looks so very much like me
Will someone hear me singing?
Please save me, please rescue me

Who will love me now?
Who will ever love me?
Who will say to me
"You are my desire, I set you free?"

Who will love me now?
Who will ever love me?
Who will say to me
"You are my desire, I set you free?"

(Who will love me now?)
(Who will ever love me?)

Who will love me now?
Who will ever love me?
Who will love me now?
Who will ever love me?
Who will love me now?
Who will ever love me?




"Who Will Love Me Now?"
PJ Harvey
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Diálogos de Carnaval

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Ela: Você é muito bonita...

Eu: Obrigada.

Ela: Eu TAMBÉM sou lésbica

Eu: Ah... que bom! Eu SÓ pareço, mas não sou...

Ela: Ah... desculpe.

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